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domingo, 3 de março de 2013

O CAFÉ DE ELAINE.





Esperei o café na mesa, o sorriso aberto,
O perfume, as surpresas do dia,
A xícara vazia, um recomeço,
Pra quê pressa? Pra quê preocupação?
A vida não está em minhas mãos!
Fecho os olhos faço rascunho,
Rapidamente, sem nenhuma pretensão.
A vida absolutamente não está em minhas mãos!
É só um desenho com asas prontas!
Fragmentos de sonhos que tive em várias noites.
É manhã e tudo começa!
Pra quê a pressa se não sei como será o primeiro passo?
Pra quê pressa se não tenho a vida em minhas mãos?
Tenho a emoção de um novo dia,
A lembrança do café de Elaine,
Tenho o raio de sol que entra pela janela.
E sei que a vida é bela, apesar dos infortúnios.
Um pássaro pia na árvore em frente,
E eu digo "Gente, tenho que seguir caminhando!" Mas sem pressa!
Não sei se é tarde ou cedo, mas vou sem medo, aprendendo cada lição!
Porque definitivamente, não tenho a vida em minhas mãos!

Di Vieira 

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