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domingo, 23 de dezembro de 2012

O ANO NOVO, E OS NOVOS MISTÉRIOS!



Esqueci que flutuava antes de respirar,
Esqueci que era pó,
Esqueci que nasci só e só vivi.
Fiquei  com medo de mergulhar,
Esqueci que na água, eu nasci,
Fiquei com medo de andar na chuva e me molhar,
Fiquei com medo de me soltar e no ar virar poeira,
De certa maneira, tive medo da solidão.
E mesmo assim abri meu coração ao afeto.
E no peito aberto, sobraram marcas e cicatrizes,
Mas foram tempos felizes na inocência,
Respirando tranquilo como menino no colo da mãe.
Depois do primeiro tapa na bunda, gritei!
Mas enfim...foram novos todos os dias,
E a cada dia fui renascendo, vivendo,
Sofrendo temores do amanhã!
Tolices, coisas vãs, preocupações desnecessárias.
Respirei, vivi, sorri, flutuei, aprendi,
Morri a cada dia que nascia com a alegria dos ingênuos.
Agora, viverei modestamente cada dia que me virá de presente.
Respirarei com sobriedade o ar por vezes poluído,
Reservarei os ouvidos para as doces palavras de carinho.
Tenho pela frente um ano novo inteirinho!!!
Ou não!
Mas preservarei  meu coração do mal, e seguirei em frente.
E então um dia, receberei de presente o papel principal,
No temido mas de certa forma esperado, episódio final!
A vida em suas várias formas é sempre bela,
E a passarela um dia chega ao fim,
E em seguida há o reinício,
Viver é um vício que faz história, que traz alegria.
Então brindemos a minha vida, a vida sua, 
Brindemos a biografia de um povo,
Brindemos hoje e para sempre 
O recomeço, a esperança, 
Um brinde ao ANO NOVO!

Di Vieira

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

DESVAIRADA FANTASIA




É tarde para caminhar sem loucuras
Já que a inocência completou o seu percurso
E concluiu que nada sabe, 
Que nada viu que possa acrescentar como conselho,
Aos hábitos e costumes dos que querem julgar e não olham espelho,
Dos que apreciam enquanto as flores fenecem
E os delicados lábios murcham
Enquanto a boca seca, quanto lhe proíbem palavras
Enquanto o sorriso amarelo doente acamado,
Dorme nos lábios do sol, e se queima no brilho da lua
A agonia e a miséria, é minha e sua,
Mas o universo  cai de amores por flores pequenas e infelizes
Flores atrizes da divina comédia pop
Dos cânticos nos tímidos corais de rock
Dos choros frenéticos, das depressões imaginárias
Da roleta russa no peito afeito as facécias humanas
Enquanto as borboletas de dia e de noite movem suas asas
Girando o mundo  entre fantásticas princesas e fadas!
E ainda existem fadas doidas  que pensam ser meninas,
E loucas meninas que voam, e pensam que são fadas
É nada! Acabou-se a ilusão!
Mas enfim tudo um dia acaba
E no fim tudo termina do mesmo jeito para heróis e bandoleiros.
Na crise dos sonhos, ensinando teorias alheias
Sobre suspeita de nada saber e na escassez da vontade que jura ter.
Já é quase noite e a loucura não é mais um grito,
É um sorriso bonito!!! Tão bonito que parece lindo,
Tão lindo que até parece uma extensa sinfonia
Que deve-se ouvir à noite e ser esquecida de dia,
Onde aquecido pelo falecimento covarde da vida vazia,
E esquecido do pequeno acordo entre a alucinada quimera
E a frenética, desvairada e arrebatadora fantasia,
Se deitará no solo ressecado, entre as flores murchas, 
Sem nenhum gemido.  

Di Vieira

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

CURITIBA E AS CONTRADIÇÕES






 Olho à noite a cidade
Que tem a capacidade de me conquistar todo dia.
Palco das minhas tristezas,  e das inúmeras alegrias,
Das fantasias e sonhos de uma vida.
Te amo Curitiba!
Ausente, presente, querida
O duro refinamento, a faculdade livre,
O sorriso da cidade de chuva e sol,
Desconfiada, amada, gelada, contente,
Cidade de gente do leite quente, da vida dura,
Das ruas estranhas, na árdua vida fácil,
Na fácil vida estranha, insensível,
Onde rola o perde e ganha,
Onde mais se doa que se recebe.
E negue, negue que é quase  sempre assim!
Carlos Gomes, Tiradentes, Rua das Flores,
Cidade dos amores perdidos, desperdiçados,
Dos personagens burlescos da língua afiada,
Da Boca Maldita, da Boca do Brilho,
Da litorina no trilho... cara!!!
Do espetáculo na calçada.
Cidade bonita, cidade amada!
Contemporânea, antiquada, caloura, arrojada
Querida mesmo em suas contradições,
Suas aberrações, suas incoerências,
Suas negligencias, suas possibilidades, seu futuro.
Seu passado é um espólio dançando no presente,
Ao longe os miseráveis defecam nas gramas
Fazendo da vida privada uma causa pública,
E o contraponto enfeia as deferências
Haja paciência! Haja sermões! Haja atitude!
E em tais ações os vultos e os vícios se acumulam
Enganam e fazem chorar aos que te amam de fato.
A devassidão, a preguiça, o vício, o desatino,
Querem fazer morada em suas praças
Mas mesmo assim te amo de graça!
E quanto mais o tempo passa, mais te amo
Te amo quando te vestes de bruma,
Quando tua grama gelada se quebra,
Quando friamente escondes o sorriso sob o cachecol,
Amo seus braços abertos pra mim, e pra quem vier,
Seu ar maloqueiro, seu ar sofisticado, seu ar sereno,
Olhando daqui, me sinto pequeno diante da sua grandeza,
Que beleza é  você Curitiba!
Não nasci, mas acho que morro aqui
Onde os frutos desse chão, são suor dessa gente,
Que soltam as ideias no azul do teu céu,
Que meditam sobre a vida, tomando pingado na avenida
Que lidam com o vento frio, de luvas, casaco e chapéu.
Te amo Curitiba!
Saborosa, deliciosa, imersa em sonhos de confeitaria,
Na confraria dos que gostam do teu jeito,
Bato no peito a cada afirmação,
Amo você Curitiba!
Te quero bem guardada aqui dentro
No recesso desse velho moço coração!

 24 HORAS


LARGO DA ORDEM

Di Vieira

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

AMOR ETERNO



 Chorei  de covarde!
Quando a dor invade, quero ver quem não chora!
Eu chorei!
Apaguei sua foto em meu blog,
Fiz tudo pra esquecer teu sorriso de atriz.
Só queria ser feliz com você!
Tatuei teu nome em meu braço,
"Amor Eterno é pra sempre!"
Sempre!!!
Você me enganou!
Agora vai!!!
Me deixa em paz!
Me deixa!!!
Não existe mais amor,
Só as nossas queixas!
Agora vai que esse amor já desceu a ladeira.
Um amor se vai,
Logo outro amor vem...

Di Vieira

domingo, 4 de novembro de 2012

ORVALHO!




O orvalho da manhã o sol que nasce...
Em silêncio tua face buscarei!
O esplendor da lua e a noite já descansam,
Mas em mim a esperança vai se renovar.
Sua magnitude a cada ser vou anunciar!!!
A cada botão em flor, ou espinho que eu encontrar.
Sei que não haverá barreiras,
Que eu não possa enfrentar se estiveres ao meu lado.
Então, no dia que nasce Senhor,
Quero te entregar minha vida,
Confio no teu amor!

Di Vieira



sábado, 3 de novembro de 2012

FINAL DE FESTA






Eu já desculpei tanta coisa vê se não esquece,
E não comece a pedir pra ficar.
Tem gente que não merece,
Tem gente que não sabe amar.
Não venha me dizer que fez prece pra gente voltar,
Você nem sabe rezar!
Feito cão sem dono cai no mundo e quando aparece,
Balança a cauda e se esbalda no meu sofá.
Quantas vezes se perdoa?
Quanto tempo leva pra se perceber,
Que uma pessoa te zoa, não ama você?
Eu demorei pra entender!
Cata o que te resta meu bem!
Você não presta pra mim
Vira-lata, cão sem dono!
Se ainda está na escuta, eu quero te dizer...
Você é um filho da mãe!
Mas deixa pra lá! Deixa assim!
O que sei, é que você não presta pra mim!

Di Vieira


quinta-feira, 1 de novembro de 2012

TEMPO DE COLHER!






 Só você conhece minha vida
Sabe tudo o que sou,
As lágrimas que choro,
A dor que dói em minha alma.
São sussurros que só tu podes ouvir.
Me saras e consola,
Me ensina a esperar,
 O tempo de colher o que plantar.
E eu me curvo a sua vontade dependente do teu amor,
Sei que sou do meu Senhor ,
E Ele é meu!
Venham! Vejam oh filhas de Jerusalém!
No jardim o meu amado está.
O meu choro em louvor quer transformar!
Sei que você pode me olhar e não entender,
Porque eu canto assim.
É porque tenho um grande amigo,
Que sempre está comigo,
E eu vivo, porque Ele vive em mim!!!
Videira verdadeira!
Meu amado Redentor!
Conselheiro e Deus forte é o meu Senhor!
E eu me curvo a sua vontade dependente do seu amor.
Sei que sou do meu Senhor e Ele é meu!

Di Vieira







sábado, 20 de outubro de 2012

CORAÇÃO SOLITÁRIO


CORAÇÃO SOLITÁRIO

Sinto o gosto do teu beijo!
E nem a lembrança do teu sorriso,
Acalma em meu peito, esse coração que só te chama,
Ele te ama!
Não quero que esse amor acabe!!!
Não diga que não tem mais jeito!!!
Mas se quer matar esse nosso amor,
Venha aqui!
Mate direito!!!
Não quero sofrer assim!
A lua é o meu refúgio,
E espero com o tempo o coração parar,
De te amar!
A vida nesse momento é um tédio!
As minhas lembranças estão perdidas no tempo.
E eu, sem tempo pra viver,
Enquanto esse coração solitário,
Só pensar em você!

Di Vieira






GOODBYE





Todas as manhãs quando acordo,
Quero ir!
Toda as manhãs quero ir  e não sei porquê,
Desisto!
Insisto em você!!!
O brilho em nosso olhar,
Afogado em mágoas e ilusões!
Maneiras e palavras, mesmo pequenas,
São motivos pra brigar,
 Por tudo e até por nada de tão importante,
Sem pensar.
Que esse amor é uma loucura!
Que a gente não se entende mais!
Ah! Se ao menos eu conseguisse falar!
Se ao menos eu conseguisse dizer adeus...

Di Vieira



ASAS PRA VOAR.






Se você quiser,
Vou voar pelo céu azul,
E escolher pequenas estrelas pra te dar.

Se você quiser invento mil e uma história
Só pra te fazer feliz!
Só pra te fazer sonhar!

Quando o nosso dia escurecer,
Vou à lua, só pra te fazer lembrar,
Que  um amor assim como o nosso
Não pode acabar!

Quando um vento mau vier dizer,
Que amores assim estão no passado,
Olhe nos meus olhos e vai ver,
Que eu ainda estou apaixonado por você!

E se você quiser,
Vai ser pra sempre!
 Se você quiser acreditar,
Nosso amor terá eternamente asas pra voar!

Di Vieira





BREU




No breu da noite, quando estou sozinha,
E as dores e os medos querem chegar,
Tristeza, solidão, de onde vim e porquê!
No mundo em desolação, me refugio em você!
 Ouço o silêncio dos oprimidos,
Na madrugada te chamo,
Sei que me ouvirás,
Como prometeu farás,
É a certeza do cristão,
O mundo tu vencerás pelo poder da oração
 Quando na multidão, a solidão tem endereço
Quando a noite te oprime, e os dias são maus,
Posso te dizer que Jesus é real.
Essas dores e temores, solidão e opressão,
Vencerás com o poder da oração

É só crer!

Di Vieira


quarta-feira, 10 de outubro de 2012

BEM DEVAGAR!




 Conto as teclas,
Pretas, brancas,  brancas, pretas.
Refaço os acordes que marcaram o tempo,
Lentamente me vem a mente a hora exata.
Oh vida ingrata! Mundo louco!
Poderia só por uma temporada,
Te ver enamorada, só por um instante! 
Só por um pouco! 
Desfrutar sua companhia,
Sua alegria!
Mas agora só o piano conta a história, daquele momento
Quando a tecla discordante, amarelava o andamento,
E o meu sonho explodia  como bolhas de sabão.
Ai, como você pôde!!!
Como eu pude me entregar tanto em vão!
O feltro cai leve, pede silêncio,
O sol se esconde em fa bemol ,
Que dó de mim, de você, que dó de nós, do sol!
Dessa dor reverberando em meu peito,
Dessa voz fria do teu abandono,
Me debochando, distraindo meu sono, 
Piano, piano!
Que noite é essa, sem lua, extensa!
Porque não para e pensa?
Pensa no bem que em tudo pode ter!
Pensa no poético coração partido!
Pensa nos amores que ainda vai viver,
Pensa no espaço, nas teclas brancas,
Na longa cauda, nos botões preto, 
Relaxa!!!
Logo tudo se encaixa e se harmoniza,
E suave como a brisa, as batidas do coração,
Marcarão o andamento,
A contagem vai recomeçar bem devagar!
Quem é feliz, não tem pressa!
A felicidade é um período, e período é tempo
E sendo tempo, o tempo certo só o tempo dirá!
Ah! E o seu tempo já chegou!
Ame a vida que escolheu,
Faça alguma coisa que sempre quis,
Porque hoje, é o seu tempo de ser feliz!



Di Vieira

sábado, 22 de setembro de 2012

ESPIANDO AS FLORES!



Violetas, dálias, rosas, perpetuas flores,
Perpetuando o espírito nômade das sementes,
Se aventurando entre os cheiros dos amores,
Fazendo festa no coração da gente.

Lírios, margaridas, azaleias, sempre vivas,
Oh miosótis!Vivas e não se esqueças de mim,
Mergulhado no azul dessa flor fantasia,
Nas alamedas da saudade que não tem fim!

Perto do sol, brancas nuvens,
Perto de ti todas as cores da primavera,
E o vulto daquela flor, que assim como eu,
Vive  solitária, debruçada na janela!

Floreias prima dedicada!
Que incansável, adolescente, formosa,
Passeia entre os lírios serenos em sua brancura,
Entre as frescuras e os espinhos das rosas.

O olho d'agua que espia as flores,
Em seus arranjos enfeitando a tela
Hoje a natureza se encheu de cores,
Cores, lilás, azul, vermelha e amarela

Tulipas, gérberas, crisântemos, narcisos,
 E sorrisos borbulhando em toda parte,
É a mão perfumada pelo toque das flores.
É a vida! São os amores! 
É a primavera, suas artes, suas cores!

Di Vieira





sexta-feira, 21 de setembro de 2012

NÃO SAIA DE CASA!




Se eu fosse você, não sairia de casa!
Ainda não é tempo!
E o tempo, só o tempo dirá!
Os ventos contrários,
O sereno da madrugada,
Pássaros noturnos que voam sem ninho,
Ao te saber sozinho, te abrirão os braços.
Mas ao te verem entregue,
Depois de bancarem o amigo
Te deixarão em perigo, te tirarão o sono.
E na sua insegurança, no seu abandono,
Ditarão regras, sequestrarão seus sonhos,
Sentiras saudades da liberdade que conhecias,
Mas não sabias que de fato, aquele afeto não te prendia,
E as garras dessa cilada te rasgarão a alma,
Zumbirás as dores cantando em lágrimas,
Todos os amores maternais que ao mundo encanta.
Tantas vezes te falei! Tantas!
Que a flor não desabrocha se não for tempo,
Não bate as asas a borboleta sem estar pronta no casulo,
Não se fazem versos sem nascerem na mente primeiro as palavras.
Que caminhos seguros são traçados por metas,
Ah se eu fosse você esperava a hora certa!
Deixava a porta aberta e batia as asas quando fosse dia.
Voaria num céu aberto com poucas nuvens,
Construiria um novo ninho, acompanhado ou sozinho,
Viveria feliz  numa pequena casa ou mansão
Voaria entre as estrelas,
Sonhando, mas com os pés bem firmes no chão!
Se eu fosse você, não sairia de casa,
Mas se achas que já tens prontas as asas,
Que te basta o pouco que viveu,
Vá ver o que o mundo te dá, 
Solte-se no espaço,
Mas quando quiser volte pros meus braços,
Volte pra esse colo que sempre será seu!

Di Vieira




quinta-feira, 20 de setembro de 2012

VIDA CARA!



                  Ah! Essa falta de tempo esse vento na cara,
Você que não para de falar!
       A velocidade, um segundo, 
Minha cidade meu mundo,
Só não sou dono de mim.
E então? O que me faz correr assim?

E esse vento que não para,
De jogar na minha cara, a lista consumista.
É preciso ver TV pra me ver assim na pista.
É essa vida de artista!!! Vida cara!!!
Você parece que não sabe!

Ah! Essa falta de tempo pra sentar à sua mesa,
Dizer: Por favor, por gentileza!
Quero a atenção desse seu olhar!
Mas você parece que não vê,
Que eu não sou nada sem você!
Você parece que não sabe.
Não sabe, ou não vê!
Acho que não sabe!
Não!
Acho que você não vê!

  



Di Vieira

sábado, 8 de setembro de 2012

ESTRANHA SINFONIA



O ritmo da vida parece às vezes, 
Como aprender uma dança,
Os passos previamente marcados,
No começo você não consegue acompanhar.
E cai na temeridade de se deixar levar,
Comete a imprudência de se apaixonar!
A música pode ser  um bolero, um rock um sertanejo,
Qualquer ritmo marcado previamente
Que faça a gente dançar como bailarina no laço.
E sucede o fato de viver por um beijo.
Mas quando a harmonia sai do compasso.
Quando não mais rodopiam em total afeição,
Máscaras douradas caem no chão,
E almas covardes desabafam seu ódio,
Os gesto não são mais fascinantes, encantadores.
Em questão de amores, nada poderá ser como antes,
Sons discordantes saem da boca,
Os passos vacilantes numa guerra louca,
Não vão ao mesmo lugar, não caminham  mais juntos,
Não têm mais assuntos que concordem,
Nem melodia que deslumbrem.
Das serenatas cantadas no portão,
Só o silêncio!
Que é agora, a mais forte canção!

Di Vieira

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

É PRIMAVERA!




É primavera!
Há flores na janela e no jardim
Equinócio amor!
Floresce e a semente se espalha pelo ar!
As cores no céu, arco-íris no mar,
Tela, pincel e o nosso amor vai se completar!
Beijo você e saio à francesa.
Na próxima estação,
Depois do inverno, antes do verão
Eu volto a te encontrar!
E seja lá o que for que exista na linha do Equador,
A gente vai achar!
Entre flores no campo, seja onde for,
Vamos viver de amor!
Se fosse sonho,
eu não teria que ir embora sem você,
Logo ao entardecer.
No meu sonho,
Apresso o sol só pra te ver

 Di Vieira

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

NICE



Cheguei!
Cara, coragem, peito aberto,
Abrindo caminho, desbravando o mundo
Descobrindo o sorriso sem apelo, sem medo
"Numa Nice"!


Plantei
Rosas tão belas, retirei os espinhos,
Chorei sozinho o que era meu,
Vivi a vida que Deus me deu pra ser feliz,
"Numa Nice"!

Do que fui!
Me arrependi, me perdoei,
Considerei os acertos e os erros
Me convenci, me conheci pra viver de bem comigo,
"Numa Nice"!

Hoje eu sei,
Dirão os fracos que foi moleza,
Não foi!
Mas com certeza, tenho a dizer
É que na prática o melhor é viver,
 Viver sem reclamar, 
Viver o que for possível for
Deixar a Deus o impossível,
Viver  e gozar o bem querer,
"Numa Nice"!

Di Vieira