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quarta-feira, 27 de março de 2013

No alpendre




Eis no alpendre a luz!
A escuridão se desfaz
Sombras o seguem!
Cinza, pó, exorbitância!
Não há sombra sem luz!
Nos grãos de areia, desesperança!
Conexões, imitações, aparências falsas,
Infiéis, sem identidade,
Maldade!
E eis no alpendre
As sandálias da humildade!
Sem meias verdades.
No grande livro, conhecimento,
No grande relógio o momento,
Pontual!
Ele é o bem que vence o mal!
Eis no alpendre!
A luz resplandecente!
E os seres perplexos,
Diante da maldade, dos mesquinhos,
Que roubam migalhas de pobres passarinhos!
Há caminhos sem fardo,
Mas não há caminho sem cruz!
Eis agora no alpendre,
Meigo, suave, a fonte de luz!
Eis no alpendre, ressuscitado,
O esperado, meu desejado
Jesus! 


Di Vieira

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