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Mostrando postagens de Novembro, 2012

CURITIBA E AS CONTRADIÇÕES

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Olho à noite a cidade Que tem a capacidade de me conquistar todo dia. Palco das minhas tristezas,  e das inúmeras alegrias, Das fantasias e sonhos de uma vida. Te amo Curitiba! Ausente, presente, querida O duro refinamento, a faculdade livre, O sorriso da cidade de chuva e sol, Desconfiada, amada, gelada, contente, Cidade de gente do leite quente, da vida dura, Das ruas estranhas, na árdua vida fácil, Na fácil vida estranha, insensível, Onde rola o perde e ganha, Onde mais se doa que se recebe. E negue, negue que é quase  sempre assim! Carlos Gomes, Tiradentes, Rua das Flores, Cidade dos amores perdidos, desperdiçados, Dos personagens burlescos da língua afiada, Da Boca Maldita, da Boca do Brilho, Da litorina no trilho... cara!!! Do espetáculo na calçada. Cidade bonita, cidade amada! Contemporânea, antiquada, caloura, arrojada Querida mesmo em suas contradições, Suas aberrações, suas incoerências, Suas negligencias, suas possibilidades, seu futuro. Seu passado é um espólio dançando…

AMOR ETERNO

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Chorei  de covarde! Quando a dor invade, quero ver quem não chora! Eu chorei! Apaguei sua foto em meu blog, Fiz tudo pra esquecer teu sorriso de atriz. Só queria ser feliz com você! Tatuei teu nome em meu braço, "Amor Eterno é pra sempre!" Sempre!!! Você me enganou! Agora vai!!! Me deixa em paz! Me deixa!!! Não existe mais amor, Só as nossas queixas! Agora vai que esse amor já desceu a ladeira. Um amor se vai,
Logo outro amor vem...
Di Vieira

ORVALHO!

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O orvalho da manhã o sol que nasce... Em silêncio tua face buscarei! O esplendor da lua e a noite já descansam, Mas em mim a esperança vai se renovar. Sua magnitude a cada ser vou anunciar!!! A cada botão em flor, ou espinho que eu encontrar. Sei que não haverá barreiras, Que eu não possa enfrentar se estiveres ao meu lado. Então, no dia que nasce Senhor, Quero te entregar minha vida, Confio no teu amor!
Di Vieira


FINAL DE FESTA

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Eu já desculpei tanta coisa vê se não esquece, E não comece a pedir pra ficar. Tem gente que não merece, Tem gente que não sabe amar. Não venha me dizer que fez prece pra gente voltar, Você nem sabe rezar! Feito cão sem dono cai no mundo e quando aparece, Balança a cauda e se esbalda no meu sofá. Quantas vezes se perdoa? Quanto tempo leva pra se perceber, Que uma pessoa te zoa, não ama você? Eu demorei pra entender! Cata o que te resta meu bem! Você não presta pra mim Vira-lata, cão sem dono! Se ainda está na escuta, eu quero te dizer... Você é um filho da mãe! Mas deixa pra lá! Deixa assim! O que sei, é que você não presta pra mim!
Di Vieira

TEMPO DE COLHER!

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Só você conhece minha vida Sabe tudo o que sou, As lágrimas que choro, A dor que dói em minha alma. São sussurros que só tu podes ouvir. Me saras e consola, Me ensina a esperar,  O tempo de colher o que plantar. E eu me curvo a sua vontade dependente do teu amor, Sei que sou do meu Senhor , E Ele é meu! Venham! Vejam oh filhas de Jerusalém! No jardim o meu amado está. O meu choro em louvor quer transformar! Sei que você pode me olhar e não entender, Porque eu canto assim. É porque tenho um grande amigo, Que sempre está comigo, E eu vivo, porque Ele vive em mim!!! Videira verdadeira! Meu amado Redentor! Conselheiro e Deus forte é o meu Senhor! E eu me curvo a sua vontade dependente do seu amor. Sei que sou do meu Senhor e Ele é meu!
Di Vieira