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sábado, 28 de abril de 2012

O AMOR QUE EU QUERO.




O amor que eu quero,
É aquele que diante da minha total impossibilidade de crédito,
Ele acredita!
Senão for assim, não quero!
Não quero amor que precise jurar inocência todos os dias.
Amor que não veja com bons olhos a minha alegria, meu jeito de ser, de sorrir.
Não quero amor que não saiba se dar,  que não saiba confiar.
O amor que eu quero,
Tem como base a confiança, e a esperança de no futuro um total conhecer,
Um amor assim, pode e deve ser!
Quero um amor totalmente de fé.
Amor que não dependa das marés de um dia ruim ou não.
O amor que eu quero é assim, forte, risonho e de sincero coração.
O amor que eu quero não é sonho, já está pronto!
Ponto a ponto desenhado num carinho franco,
Esse amor é do tipo que me faz feliz,
Deixa-me em paz!
É esse o amor que eu quero!
É esse amor, e nada mais!
Di Vieira

VOANDO SOBRE OS MONTES
( Filho do Criador )

segunda-feira, 16 de abril de 2012

POESIA ENIGMÁTICA



Beijo o sol enquanto sua luz por hoje se apaga
E o seu mormaço me afaga docemente
Gente, o fim do mundo é ali em frente!
Bem ali no fim do mar!
Beijo o silêncio que piedoso de mim, dessa saudade,
Mostra uma certa ternura e me acalma.
Ah! que vontade de estar lá onde tudo parece que acaba!
Mas quem sabe, tudo comece exatamente lá!
Enfim! 
Só queria saber um o pouco mais de mim,
Um pouco mais de você, um pouco mais de nós!
Assim como essa areia branca que se apega aos meus dedos 
Sabe dos segredos do mar que às vezes lhe beija.
Mas se queres desse jeito, assim seja!
Então beijo eu o sol que no céu se esconde,
E sua luz manhosamente se apaga.
Eu voltarei aqui, até não me lembrar mais de ti,
Ou até só ter uma lembrancinha vaga.
As primeiras estrelas chegam sem pressa 
Uma aqui, outra ali, lentamente,
A areia ainda quente, o amanhã ainda incerto,
A quietude, e o sossego teimoso me diz que estou de passagem 
A neblina da noite em meus ombros
Nenhum assombro, nenhum susto,
Deus no céu é justo, digo a mim mesma!
Por hoje foi bom !

Di Vieira