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sexta-feira, 11 de abril de 2014

Descompassado



Caído, descompassado
Cansado,
Solidão nos olhos,
Longe, tão longe que nem sabe o quanto!
No entanto, sabia que a viagem era longa,
Dentro dessa vida tão curta!
Curtiu o quanto pôde, 
Curtiu sempre que pôde!
Nem sempre deu!
Nem sempre pôde!
Procurou achar nos sonhos
As ilusões perdidas.
Procurou achar na maior calma,
O que sua alma procurava.
Ainda assim, e também no entanto,
Sempre lidou com a solidão, e o pranto!
Às vezes "aquele" cansaço.
Aquele "Ai quem me dera!”
Aquela ansiedade da espera,
O desprazer de recordar a dor do passado.
Mas caminhava lado a lado,

Uma pequenina esperança,
Junto as pequeninas lembranças!
Mergulhado entre lembranças e planos,
Nesses tantos anos, 
Tantos!!!
Tanta solidão!
Longe de tudo o que sempre quis.
Longe de ser completo,
Longe de ser um ser,totalmente correto,
Longe de ser,
Completamente feliz!


Di Vieira

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