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segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

LÂMINAS DE AÇO!





Laminas de aço
Transpondo ao que parece, corações humanos.
Desenhado em papeis, decorando paredes,
Numa doçura suave e singular
Capaz de escapar entre os dedos,
Os segredos e os medos,
Que exprimem rancores, dores, ódios.
Os tais, que acabam com o tempo parecendo habituais.
Dilacerados entre os muros, portas, e os escuros umbrais.
Justificados por  stress, manipulados pelos candidatos oficiais.
E entre a negra e branca ira,
As verdades e mentiras das palavras casuais.
A tela, a cama, a trama,
O gentil cavalheiro, a bela dama.
E um peito revelado no estreito passo,
Entre um lampejo de loucura e uma dor crucial,
Detona o caso, a cabeça, o regaço,
Rompendo pessoalmente o laço,
Com o cortante brilho da lâmina de aço! 



Di Vieira

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