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domingo, 17 de novembro de 2013

#Em sua direção


Na solidão,
Fundamento o conviver,
O entender, o imaginar!
Enfraqueço o cruel gigante da ira
E me aproximo com delicadeza,
Do especulado diamante da paz.
Que jamais poderia imaginar alcançar,
Sem ter caçado incessantemente.
Só no fim de mim, entendi o começo!
Retornei ao abraço,
E no abraço, achei o desapego,
No desapego, voltei ao silêncio,
Ouvi o sussurro da simplicidade,
E adormeci,
No embalo da tranquila canção de ninar.
Acordei!
E não há mais solidão!
Só o murmúrio das águas límpidas, transparentes dos seus rios.
Não há mais medo!
Andei sobre as águas, passei pelo fogo,
Movi-me lentamente em sua direção.
Os braços fortes, as mãos seguras, seguraram as minhas,
Não estou mais sozinha.
Nunca mais haverá solidão!

Di Vieira .

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