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OPÇÕES

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A vida é a vida né? A gente faz as escolhas e pronto. As vezes a gente só aceita, Às vezes a gente  nem se envolve! Às vezes a gente só consente,  As escolhas que  fazem  pra gente. E aqui não vejo moral da história que ajude! A não ser que mude seu estado, Ou substitua essa pessoa, Na boa?! Quer filosofia barata?  Então te digo que é mais que imoral, É uma inconsequência! Aceitar dos outros decisões que a ti pertencem! Só por não querer pensar? Sem ao menos um "Protesto?" Bizarro mesmo é saber que aceitando Escolhas que fazem pra gente, Estando elas erradas ou não, A gente já fez uma escolha, A gente já teve uma opção! Di Vieira

MARCAS E SEGREDOS

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Procurei um coração sem emendas, Sem feridas, sem marcas, Não achei! Pensei num coração sem disfarce, Sem segredos! Ui que medo! Não encontrei! Procurei na minha tola vaidade, Em meu peito um coração que fosse igual, Vasculhei, por dentro e por fora, Investiguei, pesquisei, dei uma geral, Mas descobri que marcas, segredos e receios, Em um coração com mais de trinta e meio Certamente  é  muito mais que normal! Di Vieira

OLHAR MATREIRO

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A rapidez do teu olhar me encanta! Tantas vezes observei esse movimento! Sei do efeito a cada quadro, a cada momento! Sua natureza duplicada, Às vezes gentil e educada, Outras, faiscando ao franzir a testa. Acho que me resta te observar de longe, Ou te viver por inteiro. Ter tua duplicidade como cativeiro, Ou me esquivar da seta,   Que existe nesse teu olhar matreiro!  Di Vieira

TE ENCONTREI!

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Que bom que eu te encontrei! Agora não calo no peito meus medos, Confidencio-os a ti. Certamente juntos acharemos a solução. E só eu e você saberemos. Nisso eu posso confiar! Ah meu amigo! Saber que posso contar sempre contigo, Me conforta, me anima. Simplesmente abro a porta, E ali está você de braços abertos! Amigo fiel é assim! Escuta o que eu falo, ouço o que tu dizes, Desde então os meus momentos mais felizes São em sua companhia. Que bom que eu te encontrei! Que bom termos um pacto de amor e fidelidade! Me escolhestes, e eu te aceitei, Que bom que és meu e eu sou teu! Amigo meu, que bom que eu te encontrei! Di Vieira

ACEITE-ME OU DEVORE-ME!

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Luzes, imagens, cores, O poder das palavras que deliciam os ouvidos, As emoções dos grandes amores. Loucos, especialistas em emoções, Abrem as portas da poesia, dos exageros, dos apelos. Onde bárbaros se refinam, se encantam! Aceite-me ou devore-me! Em mordidas lentas. em pinceladas fortes. À luz do dia, em um colchão de flores. Não disfarce as emoções fabulosas, Na intolerância, em bandeiras e regras. Aceite-me ou devore-me se queres Em mordidas lentas, em pinceladas fortes. Em luzes, imagens e cores. Na frivolidade das paixões,  Na emoção dos grandes amores! Di Vieira

SEGUIR EM FRENTE!

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Os alarmes não dispararam quanto ainda era tempo Nem os rojões, nem as bombinhas detonaram. Não houve fogos de artifícios quando tudo chegou ao fim, Sim! Nem  sequer um estrondoso aplauso no fim do espetáculo. Desviei-me dos meus planos sem querer,  Eu estava bem ali,  Em meio a uma teia irracional,  Inesperadamente t empestuosa! Em outra situação,  Seria uma briguinha à toa, escandalosa, Mas alterou o meu rumo,  Tomou a proa da minha vida . Mas alguma coisa deve ter valido a pena, Foi uma lástima aquela cena! Mas aquela explosão, que não foi pequena, Teve como consequência, um efeito libertador! Lançou em minha cara um desafio gritante, O desafio de seguir em frente... Ir avante... Seguir sozinha! O desafio de me achar estranha, me sentir carente! Seguir sozinha, é tão esquisito! É estranho olhar em volta com um olhar diferente. Seguir sozinha...  Seguir em frente...  Conhecer  gen...

A ARTE!

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Gradativamente parei de me censurar por tudo! Por continuar sonhando sonhos que talvez jamais se realizem, Por gostar de dizer coisas bobas só pra ganhar um sorriso, De comer coisas simples, porque acho que são as melhores. De amar sardinha frita arroz branco e alface, (Melhor se temperada com  caldinho de carne, azeite e vinagre!) De gostar de bagre frito ou ensopado, Acompanhado com pirão e pimenta Assim como fazia meu pai, que Deus o tenha! Puxa! Essa saudade meus senhores, quem aguenta? Voltando as censuras, ou a cassação delas, Gosto de ver à noite as janelas das casas acesas, De arrumar a mesa como se fosse sempre festa. De andar lentamente com a chuva fina batendo em minha testa, De tomar café sem açúcar, Principalmente a delícia que faz a minha menina! De ainda ter sonhos de morar na Urca. Lá mesmo!!! Perto do "cara" que acorda à noite pra dizer que te ama!!! Bem lá pela curva da praia! Quem mora na Urca não reclama de n...