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quarta-feira, 25 de julho de 2012

LÁGRIMAS EM SILÊNCIO.




Passou como vento que derruba muralhas,
Levou minha calma e o meu dia escureceu prematuramente
Negras eram as nuvens que vieram me assombrar
Quando ainda nem chovia.
A sala vazia, o grito na garganta, a lágrima no rosto,
O coração acelerado como quem tem pressa,
Não me deixes! Sou teu! Sou todo teu!
Aturdido, descompassado como a música intuitiva que tento escrever,
Penso ser o fim o que pode ser começo,
Penso sim! Será que te quero a qualquer preço?
Debaixo do chuveiro lágrimas em silêncio dizem não,
E o coração se acalma, o soluço quase emudece,
Tudo segue em frente, é tudo como deve ser!
Algo no fundo me diz, que um dia vou te esquecer !
Me apego como náufrago a essa possibilidade.
Que venha a saudade, que me machuquem as lembranças
O que sei é que a esperança no futuro, vai sarar a dor presente,
E te digo que não importa se tudo acontecer bem devagar!
Na verdade baby, não importa!

Di Vieira

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